Muitas pesquisas científicas já comprovam os inúmeros benefícios dos óleos essenciais.

Milhares de pesquisas já foram concluídas e muitas outras estão em andamento nas melhores universidades do mundo (como a Universidade de Harvard,  Universidade Johns Hopkins, Universidade Vanderbilt, Universidade de Utah, Universidade do Colorado, Universidade de East London, Universidade de Cambridge, e centenas de outras), onde os pesquisadores estão estudando cada vez mais os óleos essenciais como uma solução natural para a nossa saúde. Não apenas na questão emocional ou mental, mas também para a nossa saúde física como um todo.

O QUE SÃO ÓLEOS ESSENCIAIS

Os óleos essenciais são compostos aromáticos extraídos de partes das plantas como a resina, casca, ou folha, que têm sido usados por milhares de anos em várias culturas para fins medicinais e de saúde.

Quando se está aprendendo sobre os usos dos óleos essenciais, é necessário entender a diferença entre um óleo "graxos" e um óleo "essencial". Um óleo graxo vem de uma molécula grande que não consegue penetrar nas células, enquanto um óleo essencial NÃO é uma gordura, é uma pequena molécula capaz de penetrar nas células. Essa é apenas uma das razões pelas quais os óleos graxos não são considerados "terapêuticos"

Devido às suas propriedades antidepressivas, estimulantes, desintoxicantes, antibacterianas, antivirais e calmantes, eles estão ganhando popularidade recentemente como uma terapia natural, segura e econômica para uma série de problemas de saúde, principalmente considerando o alto custo e os efeitos colaterais dos medicamentos convencionais.

Os benefícios dos óleos essenciais são vastos e seus usos variam de em função do que se quer melhorar, seja uma condição da saúde física ou emocional. 

 COMO USAR OS ÓLEOS ESSENCIAIS?

Existem três maneiras comuns de usar óleos essenciais.

INGESTÃO: Muitas plantas fornecem óleos essenciais que são ótimos para serem ingeridos, mas somente óleos que sejam 100% puros são seguros para consumo humano (com registro para ingestão no órgão competente do país, no Brasil é a ANVISA). Cada país tem suas próprias agências reguladoras e leis. Antes de ingerir um óleo essencial, você deve ler o rótulo e certificar-se de que é seguro ingerir.  Além disso, como regra geral, se um produto é seguro para uso interno, pense "eu comeria essa planta?" Por exemplo, comemos laranja, tangerina, limão, hortelã, alecrim, tomilho, manjericão, cravo, canela, gengibre, coentro, entre tantos outros, portanto, o óleo essencial de laranja é seguro para ingerir. No entanto, nós normalmente não comemos pinheiros, eucaliptos, cedros (pelo menos eu não...rs), portanto são óleos que são usados topicamente ou aromaticamente. Mas toda regra, tem suas exceções, em geral deve ficar claro para você, que o que você poderia considerar ingerir e o que usar topicamente ou aromaticamente. O uso interno é uma das formas mais potentes para tirar o máximo de proveito de um óleo que possa ser ingerido.

Quando ingerir um óleo essencial, lembre-se de que você só precisa de algumas gotas, pois são super concentrados.

Aromaticamente: Sinta o aroma direto do frasco, ou espalhe na sua mão e cheire ou coloque em um difusor, desde que este difusor não aqueça o óleo (os melhores são os de vibração ultrassônica, são baratos e não degradam o óleo) Quando você for usar, coloque  a água no difusor até o limite permitido (leia as instruções...rs), em seguida pingue algumas gotas na água e ligue. Se você não tem um difusor, pode aproveitar dos benefícios aromáticos tornando-se um difusor humano. Basta aplicar algumas gotas de um óleo essencial puro (que seja 100% livre de solventes químicos ou essências artificiais)  em torno do pescoço/nuca (ou uma região do corpo onde você pode facilmente sentir o cheiro do óleo que aplicou topicamente). Lembre-se de que menos é mais, então use apenas algumas gotas. O uso aromático é uma das melhores maneiras de influenciar os neurotransmissores, portanto a química cerebral e suas emoções ou comportamento.

Topicamente: aplique o óleo essencial em qualquer lugar da pele, seja puro (sem diluição) ou diluído. A aplicação deve ser feita com um óleo essencial 100% puro, pois a pele vai absorver e o óleo vai chegar a sua corrente sanguínea e portanto a todo o corpo. Se não tiver certeza da pureza NÃO use. Se você está aplicando um óleo essencial topicamente em uma criança, a regra básica é que é melhor diluí-lo. Diluição é simples. Você pode misturar um óleo essencial com um óleo carreador (óleo de coco fracionado, ou até mesmo azeite de oliva podem ser usado). O uso tópico é ótimo quando se quer atingir uma região específica ou ainda quando o gosto do óleo não é tão gostoso para ingeri-lo.

 

USO DO ÓLEO ESSENCIAL AO LONGO DA HISTÓRIA

Embora alguns vejam os óleos essenciais como uma nova tendência, o uso de extratos de plantas e produtos à base de plantas está profundamente enraizado nas tradições do passado. Civilizações antigas usavam plantas 
para aromaterapia, cuidados pessoais, práticas de saúde, cêrimonias religiosas, tratamentos de beleza e preparações alimenticias. O uso de óleo essencial não é uma moda passageira, mas sim uma tradição de longa data iniciada séculos atrás em civilizações em todo o mundo.


Egito: os egípcios usavam produtos à base de plantas em tratamentos de beleza,
preparações alimentícias, rituais funerários e cerimônias religiosas.


Grécia: na Grécia antiga, homens como Homero e Hipócrates exploraram os usos 
aromáticos das plantas, com base em descobertas feitas primeiro pelos egípcios.


Roma: os antigos romanos costumavam usar extratos de plantas para massagens, 
perfumes e banhos aromáticos.


Irã: nos tempos medievais, as pessoas na região do Irã frequentemente usavam e
comercializavam especiarias ou resinas para perfumaria e manutenção da saúde.


Índia: A medicina ayurvédica, um sistema de cura holístico nativo da Índia, 
desenvolveu-se ao longo de 5000 anos e inclui o uso de compostos e plantas 
aromáticas.


China: durante séculos, as práticas tradicionais chinesas incluíram o uso de 
materiais vegetais para promover o bem-estar.

 

COMO O AROMA CRIA UMA RESPOSTA

1. O aroma é inalado 
2. O aroma é captado pelos receptores olfativos no nariz 
3. O aroma é processado no sistema olfativo (que controla o sentido do olfato) 
4. Os neurônios enviam sinais nervosos para o cérebro identificar o odor
5. Os sinais nervosos transmitem informações do sistema olfativo para o límbico 
(onde são armazenadas as lembranças e as emoções)
6. O sistema límbico produz uma resposta

Agora que você tem um entendimento melhor de como os aromas interagem com o cérebro e como os componentes químicos encontrados nos óleos essenciais podem evocar respostas específicas, vamos explorar algumas das possíveis maneiras pelas quais os óleos essenciais podem ser usados para promover um senso de concentração e motivação.

Por que óleo dōTERRA?

A pureza de um óleo essencial é a sua característica mais importante.

O processo CPTG certifica-se de que não há enchimentos adicionados, ingredientes sintéticos ou contaminantes prejudiciais em seus óleos essenciais, o que poderia reduzir sua eficácia.

A dōTERRA é a única empresa no Brasil que tem o certificado CPTG.

O CPTG (Certificado de Pureza Testada e Garantida) inclui testes:

• Teste organoléptico

• Teste microbiano

• Cromatografia em fase gasosa

• Espectrometria de massas

• Espectroscopia de infravermelho (FTIR)

• Teste de quiralidade

• Análise isotópica

• Teste de metais pesados

CURSO GRATUITO SOBRE

ÓLEOS ESSENCIAS E AROMATERAPIA

(11) 99957.1769

TENHA UMA EXPERIÊNCIA PERSONALIZADA

COM ÓLEOS PUROS E CERTIFICADOS

(11) 99957.1769

Neurotransmissores são mensageiros químicos que transportam sinais entre as células cerebrais. Um dos mais importantes é a dopamina, que é responsável por muitos dos nossos comportamentos rotineiros. De acordo com o Science News for Students, a dopamina desempenha um papel na motivação, memória, aprendizagem, sentimento de recompensa e hábitos. Os óleos essenciais que podem estimular o corpo a produzir mais dopamina são: Sálvia, Jasmim, Limão, Patchouli, Camomila romana e Alecrim.
Outro neurotransmissor, a serotonina, também está associado ao humor, apetite, sono, sexualidade e prazer. De acordo com a Medical News Today, entre 80 e 90% da serotonina está no trato gastrointestinal. Entretanto, a serotonina que o cérebro usa deve ser produzida dentro dele. Se ficarmos sem serotonina, podemos sentir insônia, depressão, baixa libido e nos tornarmos agressivos. Os óleos essenciais que podem estimular o corpo a produzir mais serotonina são: Sálvia, Lavanda, Limão, Manjerona, Orégano, Camomila romana, Rosa, Alecrim e Laranja selvagem.

Um neurotransmissor importante para o nosso humor é a norepinefrina (noradrenalina), que está associada ao alerta mental, concentração, foco e respostas ao estresse. Se houver escassez deste neurotransmissor, podemos nos sentir “confusos”, irritados e ansiosos. Os óleos essenciais que podem estimular o corpo a produzir mais noradrenalina são: Pimenta preta, Toranja (Grapefruit), Capim-limão e Alecrim.

A Acetilcolina foi o primeiro neurotransmissor a ser descoberto e possui tanto funções excitatórias, quanto inibitórias. No sistema nervoso central, é excitatória, desempenhando um papel na excitação, memória, aprendizagem e neuroplasticidade. Ela também ajuda a envolver funções sensoriais ao acordar, a manter o foco e age como parte do sistema de recompensa do cérebro. No sistema nervoso periférico, ajuda nas contrações dos músculos cardíaco, esquelético e liso. Por isso, desequilíbrios de acetilcolina podem levar à fadiga. Pessoas com doença de Parkinson e doença de Alzheimer, embora por diferentes razões, apresentam desequilíbrios deste neurotransmissor. Os óleos essenciais que podem estimular o corpo a produzir mais acetilcolina são: Lavanda, Limão, Alecrim, Tangerina, Laranja selvagem e Ylang Ylang.

Os neurotransmissores finais que discutiremos são o Glutamato e o GABA (ácido gama-aminobutírico), que são considerados uma espécie de par. O Glutamato estimula os nervos a disparar e enviar impulsos, enquanto o GABA sinaliza aos nervos para não disparar os impulsos, o que acalma o sistema nervoso. Sem GABA suficiente, nosso humor pode se tornar “tempestuoso”. Podemos ficar irritadiços, ansiosos, nervosos, em pânico ou até mesmo ter convulsões (na pior das hipóteses). A cafeína, por exemplo, inibe a liberação de GABA. Os óleos essenciais que podem estimular a produção de GABA são: Bergamota, Sálvia, Gerânio, Lavanda, Limão, Rosa, Sândalo e Laranja selvagem.

O cérebro precisa do Glutamato para formar memórias e se envolver em pensamentos. Os desequilíbrios estão relacionados aos principais distúrbios, que incluem autismo, epilepsia, esquizofrenia e depressão, bem como condições neurodegenerativas, como a doença de Alzheimer, a esclerose múltipla e a ELA (também conhecida como doença de Lou Gehrig). Os óleos essenciais que podem estimular o corpo a produzir mais glutamato são: Bergamota e Lavanda.